Apeteceu-me actualizar o blog. O grande problema é que para existir actualização é necessária a existência de novidades!
Não... Reformulando; o grande problema é que para existir actualização é necessária a inexistência de preguiça da minha parte para relatar e comentar as novidades.
Pronto, está dito.
Quando a dormência e o torpor mental passarem apresento as novidades.
(Des)respeitosamente me despeço.
10/04/2010
11/01/2010
Presenting the Species
Decidi finalmente actualizar a presente coisa, como se nota. O meu único grande problema era como, pois não tinha assunto. Pensei em não o actualizar mas sabem que tenho alma de rebelde então nem a Lei do Menor Esforço eu cumpro. E de que maneira ponho esta coisa em dia perguntam se não souberem ler títulos (sem ofensa)? Apresentando a espécie! (again, sem ofensa...)
Comecemos então por definir o habitat natural desta espécie misteriosa, que costuma ser à volta, em cima ou quase em baixo de um certo banquinho na intersecção da Rua das Flores com a Rua António Aleixo. Quanto à alimentação este grupo varia, mas ingerem principalmente tudo o que lhes faça mal.
Passando à descrição individual dos membros da matilha, começo portanto pelo macho-alfa: Mariana Gervásio. Este/a macho/fêmea (varia consoante o mood e os dias) tende a achar-se pouco sociável (sem dúvida resquícios do alter-ego masculino, Will) no entanto, ela às vezes até não foge assim tão rapidamente quando alguém (normalmente eu) faz menção de lhe dar um abraço. Adora desenhar e entre os seus dotes incluem-se também uma queda para a música e talento para fazer as perguntas certas no momento certo. Jukebox incluída. Há, apesar de tudo, precauções a não esquecer! Como, por exemplo, a de não entrar no seu covil sem uma corda de segurança (por alguma razão ele é designado Poço Sem Fundo). Outras Designações: Noah; Will; Mary (nesta opção, fugir antes da rosnadela).
Carla Ferreira: The Fashion One. Esta sub-espécie preocupa-se bastante com o que põe no pêlo, sem nunca considerar ter atingido a perfeição, e por vezes nem um mínimo nível de decência. É até adorável, excepto pela manhã ou junto da sub-espécie Gervásio. Pode encontrar-se facilmente junto da sub-espécie Marina ou a desenhar com a Best-Rock no máximo. O seu maior problema será talvez a sua constante perseguição por parte dos membros masculinos, mas os piropos têm vindo a evoluir. Outras designações: Sophs; Ferrei; Ferrero Rocher.
Tatiana Ferreira: Esta sub-espécie tem a particulariedade de vir em pack de 2 por 1. As metades só se falam dia sim, dia não "para ter assunto". Quando estão juntos, no entanto, mesmo o observador experimentado tem dificuldade em definir os extremos de um e de outro. Esta fêmea nasceu com uma deficiência de melanina e portanto tem a pelagem completamente preta, como as panteras negras. De resto, tem até um comportamento bastante felino, pela maneira como passa a maior parte do dia a dormir ou a querer fazê-lo (quer esteja na sanita ou não). Já não tão felino assim é o facto de ser a campeã residente da Grande Taça da Constatação do Óbvio. Apesar dos seus dentes de vampiro, é um membro inofensivo e dócil (vai, portanto, contra a norma da matilha) Outras Designações: Taty; Goth.
Vítor Freitas: Este macho tem por característica principal o amor à aparência do pêlo e o constante desrespeito pelo mesmo ao submergi-lo diariamente em camadas e camadas de gel. Foi o primeiro da matilha a trabalhar mas nem por isso deixa de ser o primeiro a fingir que frequenta a escola. Como qualquer vampire-lover que se preze tem o seu altar privado ao Robert Pattinson. Incompatibilidade de uso de qualquer casa-de-banho com a sub-espécie Sophs. Cuidado! Manter fora do alcance de Brazes! Outras Designações: João Gaivota, Sr.Batata
Cláudia Freitas: Este é um animal bastante fugidío e portanto difícil de encontrar. Apesar disso, é bastante dependente da Internet e do bolso do irmão (sub-espécie João Gaivota). Adora lagartar e lavar os olhos nos peitorais do macho Apolo (descrição mais adiante). A sua constituição física é a mais pequena mas a sua fofura e os seus vários atributos compensam. A única precaução a ter é manter superfícies reflectoras fora do seu alcance, devido a risco de grande perda de tempo (muito grande mesmo) Outras Designações: Lau.
Apolo Melo: PORCALHÃO! Nas palavras da nossa querida e adorável (coff) Mariana. Mas até não é assim tanto... Só às vezes. Raramente fala mas é normalmente quem se voluntaria para espevitar a matilha e convencê-la a ir ao café. Gosta de falar alto ou então inaudivelmente. Não dispensa o cachecol quando sai. O seu maior problema é que fica irritável quando está com sono. Outra Designações: Popó.
Marina Melo: A sub-espécie mais temível de todas devido à maneira como tudo à sua volta seca em tempo recorde quando abre a boca e pela estranha aparição de bolas de feno onde quer que se encontre (a presença da sub-espécie Vítor produz por vezes o mesmo efeito). Acha que sabe escrever e é o elemento da matilha que menos dorme (à noite, de manhã gosta de o fazer). Regozija-se com saídas clandestinas a meio da noite e litros de café por dia. Compõe com Mariana e Vítor o trio mais NERD de L'Eau du Mira (que até tinha um acrónimo engraçado de que não me recordo). Nota: Esta sub-espécie NÃO é integrante da categoria Emo, apesar dos esforços que têm havido por parte de alguns investigadores para a sua inclusão na mesma)
N.A: Este pequeno documentário foi escrito sem qualquer mensão de ofensa a qualquer uma das partes envolvidas. Espera-se, portanto, que nenhum animal, pessoa ou coisa tenha sido prejudicado na produção do mesmo.
(Des)respeitosamente me despeço.
Comecemos então por definir o habitat natural desta espécie misteriosa, que costuma ser à volta, em cima ou quase em baixo de um certo banquinho na intersecção da Rua das Flores com a Rua António Aleixo. Quanto à alimentação este grupo varia, mas ingerem principalmente tudo o que lhes faça mal.
Passando à descrição individual dos membros da matilha, começo portanto pelo macho-alfa: Mariana Gervásio. Este/a macho/fêmea (varia consoante o mood e os dias) tende a achar-se pouco sociável (sem dúvida resquícios do alter-ego masculino, Will) no entanto, ela às vezes até não foge assim tão rapidamente quando alguém (normalmente eu) faz menção de lhe dar um abraço. Adora desenhar e entre os seus dotes incluem-se também uma queda para a música e talento para fazer as perguntas certas no momento certo. Jukebox incluída. Há, apesar de tudo, precauções a não esquecer! Como, por exemplo, a de não entrar no seu covil sem uma corda de segurança (por alguma razão ele é designado Poço Sem Fundo). Outras Designações: Noah; Will; Mary (nesta opção, fugir antes da rosnadela).
Carla Ferreira: The Fashion One. Esta sub-espécie preocupa-se bastante com o que põe no pêlo, sem nunca considerar ter atingido a perfeição, e por vezes nem um mínimo nível de decência. É até adorável, excepto pela manhã ou junto da sub-espécie Gervásio. Pode encontrar-se facilmente junto da sub-espécie Marina ou a desenhar com a Best-Rock no máximo. O seu maior problema será talvez a sua constante perseguição por parte dos membros masculinos, mas os piropos têm vindo a evoluir. Outras designações: Sophs; Ferrei; Ferrero Rocher.
Tatiana Ferreira: Esta sub-espécie tem a particulariedade de vir em pack de 2 por 1. As metades só se falam dia sim, dia não "para ter assunto". Quando estão juntos, no entanto, mesmo o observador experimentado tem dificuldade em definir os extremos de um e de outro. Esta fêmea nasceu com uma deficiência de melanina e portanto tem a pelagem completamente preta, como as panteras negras. De resto, tem até um comportamento bastante felino, pela maneira como passa a maior parte do dia a dormir ou a querer fazê-lo (quer esteja na sanita ou não). Já não tão felino assim é o facto de ser a campeã residente da Grande Taça da Constatação do Óbvio. Apesar dos seus dentes de vampiro, é um membro inofensivo e dócil (vai, portanto, contra a norma da matilha) Outras Designações: Taty; Goth.
Vítor Freitas: Este macho tem por característica principal o amor à aparência do pêlo e o constante desrespeito pelo mesmo ao submergi-lo diariamente em camadas e camadas de gel. Foi o primeiro da matilha a trabalhar mas nem por isso deixa de ser o primeiro a fingir que frequenta a escola. Como qualquer vampire-lover que se preze tem o seu altar privado ao Robert Pattinson. Incompatibilidade de uso de qualquer casa-de-banho com a sub-espécie Sophs. Cuidado! Manter fora do alcance de Brazes! Outras Designações: João Gaivota, Sr.Batata
Cláudia Freitas: Este é um animal bastante fugidío e portanto difícil de encontrar. Apesar disso, é bastante dependente da Internet e do bolso do irmão (sub-espécie João Gaivota). Adora lagartar e lavar os olhos nos peitorais do macho Apolo (descrição mais adiante). A sua constituição física é a mais pequena mas a sua fofura e os seus vários atributos compensam. A única precaução a ter é manter superfícies reflectoras fora do seu alcance, devido a risco de grande perda de tempo (muito grande mesmo) Outras Designações: Lau.
Apolo Melo: PORCALHÃO! Nas palavras da nossa querida e adorável (coff) Mariana. Mas até não é assim tanto... Só às vezes. Raramente fala mas é normalmente quem se voluntaria para espevitar a matilha e convencê-la a ir ao café. Gosta de falar alto ou então inaudivelmente. Não dispensa o cachecol quando sai. O seu maior problema é que fica irritável quando está com sono. Outra Designações: Popó.
Marina Melo: A sub-espécie mais temível de todas devido à maneira como tudo à sua volta seca em tempo recorde quando abre a boca e pela estranha aparição de bolas de feno onde quer que se encontre (a presença da sub-espécie Vítor produz por vezes o mesmo efeito). Acha que sabe escrever e é o elemento da matilha que menos dorme (à noite, de manhã gosta de o fazer). Regozija-se com saídas clandestinas a meio da noite e litros de café por dia. Compõe com Mariana e Vítor o trio mais NERD de L'Eau du Mira (que até tinha um acrónimo engraçado de que não me recordo). Nota: Esta sub-espécie NÃO é integrante da categoria Emo, apesar dos esforços que têm havido por parte de alguns investigadores para a sua inclusão na mesma)
N.A: Este pequeno documentário foi escrito sem qualquer mensão de ofensa a qualquer uma das partes envolvidas. Espera-se, portanto, que nenhum animal, pessoa ou coisa tenha sido prejudicado na produção do mesmo.
(Des)respeitosamente me despeço.
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